Não aceito
mais ser segunda opção na vida de ninguém.
Aquela que
é lembrada quando não tem mais ninguém para sair, conversar ou perder algumas
horinhas.
Não me
sujeito mais com pouco, como com as migalhas de pão.
Não sou pomba e nem
passarinho, que correm atrás de migalhas...
Imagine de um amor...
De um amor, quero mais que pão,
quero um amor como um vulcão em erupção.

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